Vivam os Jogos Olímpicos, vivam as grandes competições, vivam os eventos internacionais que permitem Portugal e seus representantes mostrarem ao mundo e comprovarem entre portas o povo quem somos e o paísinho que é.
Tudo começa como é habitual. Partimos para Pequim com a certezinha absoluta que estas seriam as Olimpíadas em que traríamos o maior número de medalhas de sempre, com a maior participação de sempre. Vedetas, essas eram mais que muitas, começando pela nossa atleta da casa, a Telma, que por acaso até é bem boa (acho que já falei nisso antes).
Estava mais que visto, e para as mentes mais racionais, que as esperanças de se ganharem medalhas eram ínfimas: talvez a Vanessa Fernandes, que se veio a comprovar com a prata, talvez a Naíde Gomes, que foi quem sabe o maior flop da representação lusa, talvez o Nelson Évora, que quanto a mim ganhou o ouro de forma surpreendente.
No meio de tantos desaires houve declarações inacreditáveis de alguns dos nossos atletasinhos, que depois de tanta euforia, deixaram meio Portugal de boca aberta e a restante metade a rir às gargalhadas. Eu incluo-me claramente nos segundos, mas de facto não sou grande exemplo pois acho piada a tudo.
Fazendo ainda uma leitura o mais imparcial que me é possível, tenho a dizer que os únicos portugueses que trouxeram medalhas, fruto de um estratégico e nada inocente “Projecto Olímpico” benfiquista, foram aqueles que maior simplicidade e maior modéstia mostraram, algo que se adequa com o Ser Benfiquista, algo que se adequa com a filosofia que sempre foi, é e sempre deverá ser incutida nos atletas do Clube. Como já disse anteriormente o caso Telma Monteiro (que por acaso é bem boa) é uma excepção, pois acho que esta é um exemplo de vedetismo.
Aliado às duas medalhas Benfiquistas (únicas) vindas para Portugal, há ainda a acrescentar a medalha de ouro do Di Maria ao serviço da selecção Olímpica Argentina, e quer se queira quer não, e é sempre engraçado olhar para este tipo de estatísticas idiotas, faz com que o Benfica tenha ganho mais medalhas que Portugal, e se desse para entrar no ranking das medalhas, ficávamos uns consideráveis lugares à frente do próprio país.
Viva o Benfica!!!
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